O dia que o "santo" me tocou

Ontem, 08/11, fui assistir a "palestra/culto/pregação/show/espetáculo" do Deive Leonardo em um lugar bacanérrimo, com mais outras 2 mil pessoas (mais ou menos).


Confesso que não sabia o que iria encontrar, mas não estava preocupado.


Compramos os ingressos há 3 meses, pois minha mulher o acompanha há tempos, e não me perguntei sobre o que eu ia encontrar. Se era importante para ela, bastava.

Quando saímos de casa, a minha única certeza é que encontraríamos chuva!

Quando chegamos no horário, tive mais uma certeza: nem os crentes cumprem horário!


Mas, tudo certo!


Deive Leonardo tem sido chamado de o maior pastor das redes sociais. Seus vídeos e publicações têm atingido multidões, milhões de likes e arrebanhando mais gente que seu próprio público. Logo no começo da pregação, ele (corajosamente) pede para que levantem as mãos os católicos presentes e, mais corajosos ainda, um grupo grande (eu também) as levantou. Ali ficou claro que não era um evento evangélico, mas os evangélicos que levantaram a mão - quando ele pediu para se identificarem - pareciam torcedores polarizados e, com um brado forte, demonstraram pertencer ao time "certo".


Mas isso é bobagem, uma vez que o objetivo dele era entregar a palavra de Jesus.


De forma majestosa, ímpar e sensacional, Deive passeia pela história de Jairo (Marcus, capítulo 5, versículo 35) e nos oferece uma fantástica leitura sobre o acontecimento. Sempre contextualizando com situações pessoais e com humor na medida certa, ele nos prende "na palavra" e nos faz sentir que ali está um um homem de Deus, um santo na concepção original da palavra [Salmos 15/16, 3] [S. Mateus 5, 3-12]


Em certo momento, ele diz algo parecido com: - É muito triste não ter com quem compartilhar a vitória ou se apoiar na derrota.

Ele se referia ao fato de que, ter Jesus em nossas vidas, nos dava esta condição.

Isso ecoou no meu coração.


Não que não ter Jesus para estes momentos seja triste, pois isso depende da fé de cada um e da doutrina religiosa que se pretende. Ainda, se pressupõe (com Jesus ou outro) que toda jornada é bem intencionada, séria e orientada para o bem comum.


Mas, de fato, não ter com quem dividir o sucesso ou recorrer ao colo quando não dá certo, é realmente triste.


É fato que ninguém faz nada sozinho (diz-se que nem corno dá pra ser) e que ter pessoas (ou pessoa) ao lado nos desafios é mais importante do que o próprio desafio.


Numa jornada junto, temos a chance de crescer, apoiar, contribuir, alertar e vivenciar experiências muito relevantes na construção do que pretendemos ser e, inclusive, nas relações entre os envolvidos que se fortalece nas adversidades e regozija no êxito.


Apoiar alguém enobrece, viver a experiência juntos enaltece.

É daí que, talvez, nasça a premissa de comer 1kg de sal juntos.


Ontem, o discurso "santo" me tocou e me fez lembrar da importância de ter alguém junto e transformou a noite de ontem como #omelhordiadaminhavida como sugere o nome do evento.


Que cada um de nós consiga encontrar alguém que lute ao seu lado, para que em momentos bons possam gozar do êxito e, nos ruins, possam se apoiar.


Obrigado, pastor!



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